 | 1 | Deus e o Diabo nas ondas do AR (2002) | | Rádio Muda | | | | Curta que conta um pouco da vivência da Rádio Muda, um R‡dio Livre que transmite em 105.7FM a mais de 15 anos. | |
 | 1 | Do Corpo à Palavra | | Centro em Movimento Ð Lisboa/Portugal | | | | Um grupo de mulheres com hist—rias de vida que passam pela prostituição de rua, na cidade de Lisboa, desenvolve um trabalho baseado no corpo e na dança, no contexto de um programa de reintegração social. No ‰mbito deste programa, participam num laborat—rio de cinema documental com o objetivo de realizarem um filme coletivo. No decorrer do processo surge a urgência de abordar o tema da prostituição e o direito ˆ maternidade. No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, o grupo organiza um evento pœblico na Igreja dos Anjos, onde é apresentado um vídeo criado por elas, ÒMães de Corpo InteiroÓ, seguido de um debate. O processo de trabalho, momentos do laborat—rio de dança e de cinema, a preparação do evento, os conflitos, as escolhas, e a reflexão sobre o tema da maternidade, até chegar ao dia da exibição do vídeo, são o fio condutor deste document‡rio. Uma reflexão sobre a vida deste grupo de mulheres, as suas hist—rias pessoais, lutas e conquistas. | |
 | 1 | Manifesto da TV Piolho | | TV Piolho | | | | Manifesto que marca o início de uma das primeiras, se não a primeira, TV Livre do Brasil - a TV Piolho, que transmite no canal 20 UHF. Um marco na hist—ria da comunicação livre. 2 min; (manifesto) e 6 min. (exibição de 1 programa da TV). | |
 | 1 | O Protesto | | Identidade | | | | Em uma noite de s‡bado, em fevereiro de 2008, a militância LGTTB contabilizou seis assassinatos de travestis em todo o país. Uma delas foi morta em Campinas, com um tiro no rosto, em seu pr—prio apartamento. No final de semana seguinte, um grupo de ativistas indignados, vestidos de preto, toma a principal rua do centro da cidade. Dentre eles, algumas travestis carregando junto ao peito símbolos que intencionam mostrar ˆs milhares de pessoas que faziam compras e passeavam que elas poderiam ser os pr—ximos alvos da violência.Identidade | |
 | 1 | JanaJana | | Identidade | | | | Jana e Jana são a mesma pessoa, respondendo ˆs mesmas perguntas, em duas entrevistas gravadas em um intervalo de poucas semanas. Estas duas Janaínas, duas travestis, que são uma, recontam sua hist—ria com o ensino formal. Sutilmente, cada narração transfigura o passado, reforçando ou enfraquecendo cada ponto do que é recontado. | |
 | 1 | Nem 1 minuto de silêncio: fora Syngenta do Brasil | | Brigada de Audiovisual da Via Campesina | | | | A Syngenta é uma transnacional suiça, que dentre outras atividades ilegais, mantinha um campo de testes com transgênicos dentro da faixa de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu, patrimônio natural da humanidade. Em uma ocupação pacífica da Via Campesina no local, pistoleiros assassinaram o dirigente do MST Valmir Mota, o Keno. | |
 | 1 | Lutar Sempre! Ð 5¡ Congresso Nacional do MST | | Brigada de Audiovisual da Via Campesina | | | | O document‡rio ÒLutar Sempre! Ð 5¡ Congresso Nacional do MSTÓ pretende ir além do registro daquele que foi considerado o maior congresso de camponeses da hist—ria na América Latina, reunindo mais de 17.500 trabalhadores e trabalhadoras rurais sem terra de todo o Brasil e convidados. Tem como objetivo ser um material formativo que discuta a situação atual das lutas sociais e a construção de um projeto popular. Brigada de Audiovisual da Via Campesina Ð Brasil 29 minutos | |
 | 1 | Ninguém leva nossa casa! | | MST | | | | No interior de um loteamento na região sudoeste de Campinas, grupos culturais e a comunidade estão organizados para garantir que o casarão hist—rico da Fazenda Roseira não seja demolido por seu antigo propriet‡rio e que o espaço seja transformado em Casa de cultura, uma historia de luta da periferia consciente contra a especulação imobili‡ria, e a omissão do poder publico. | |
 | 1 | Excluídos | | V’deo Kulatra | | | | Exclu’dos é um v’deo-manifesto produzido a partir de imagensfeitas em Campinas/SP no Grito dos Excluídos, 2007. Tem como objetivo, ao contr‡rio da imprensa entorpecente, demonstrar parte da atual realidade brasileira. O v’deo, no qual a população expressa por si o quanto est‡ farta deste governo discriminat—rio e opressor, provoca questinamentos acerca da idéia de exclusão, e os conflitos gerados quando a pol’cia intervém para obrigar a submissão e a exploração. | |
 | 1 | Loucos por Jornalismo | | Régis Moreira | | | | Os idosos n‹o s‹o bem retratados na mídia, que geralmente reforamestigmas e preconceitos com rela‹o a eles. Pensando nisso um grupo de idososrealizam um programa de televis‹o feito por ele e para eles: o programa VIVAIDADE. Este programa é um projeto de extens‹o universit‡ria da PUC-Campinas. A cadaprograma um tema é tratado. Neste vídeo a pauta em quest‹o "Turismo e Mem—ria nocentro hist—rico de Campinas" - em que os apresentadores relatam sobre o patrimôniohist—rico do centro da cidade e em que condi›es eles se encontram. | |
 | 1 | Loucos por Jornalismo | | Andréia Dorta, Cleyton Jacintho, Lucimeire Ramalho | | | | O vídeodocument‡rio ÒLoucos por JornalismoÓ tem como objetivo mostrar como a comunicação, em especial o jornalismo, pode ser um importante instrumento para inclusão social. O trabalho retrata de forma humanizada, as experiências vivenciadas pelos usu‡rios do Serviço de Saœde Dr. Cândido Ferreira, por meio do programa de r‡dio Maluco Beleza, veiculado uma vez por semana pela R‡dio Educativa de Campinas. O programa é elaborado desde a pauta, produção, edição e locução pelos usu‡rios do Cândido Ferreira. Em cinco anos de existência, o programa tem se revelado fundamental na recuperação da cidadania, auto-estima e inclusão social destas pessoas. Não pretendemos com este trabalho simplificar o processo de recuperação destas pessoas, mas enfocar, em especial, os resultados alcançados pela oficina de comunicação, uma vez que ela est‡ inserida dentro de um contexto muito mais amplo, que é a reforma psiqui‡trica e a luta antimanicomial. | |
 | 1 | ELES NÃO VÃO A DASLU | | Vinicius Zanotti | | | | Jœlio e Eunice são catadores de recicl‡veis e vivem marginalizados no sistema capitalista. "Elesnão vão a Daslu" traz os conflitos, alegrias e angustias de 1 dia de suas vidas. | |
 | 1 | Chamada a cobrar: quem paga a conta de 10 anos de privatização do CPqD/Sistema Telebrás? | | Camará comunicação e educação popular | | | | O vídeo-document‡rio faz uma reflexão sobre a privatização do CPqD/Sistema Telebr‡s e as consequências deste processo para a população brasileira. | |
 | 1 | Movimento Passe-Livre Presente! | | Camará comunicação e educação popular | | | | Este vídeo retrata as movimentaç›es do Movimento Passe-Livre em Campinas, em 2005, mostrando sua organização, suas manifestaç›es e a repressão da mídia, polícia e governo. | |
 | 1 | Sapphadas | | Camará comunicação e educação popular | | | | Sapphadas é resultado do curso "Introdução ao vídeo- document‡rio como instrumento de comunicação popular" oferecido em parceria com o MO.LE.CA (Movimento Lésbico de Campinas). "Sapphadas" retrata a vida de dois casais de lésbicas: como se descobriram lésbicas, como se conheceram, as dificuldades do relacionamento e os desafios na luta pela afirmação de sua orientação sexual. | |
 | 1 | Flaskô – Fábrica sob o controle dos trabalhadores | | TV COT | | | | A política ecônomica nas œltimas décadas levou ao fechamento de muitas empresas, atraso de sal‡rios e demiss›es. A CIPLA e a INTERFIBRA (SC) e a FLASKï (Sumaré/SP) são exemplos disso. S— que nesses casos a resposta dos trabalhadores foi ocupar e controlar as f‡bricas, em defesa dos direitos e dos empregos. | |
 | 1 | 2 meses e 23 minutos | 23' | Rogério Pixote e Fábio Ranzani | doc | link | | 2 meses e 23 minutos Sob a perspectiva das mulheres e crianças, a luta pelo direito ˆ moradia de 5 mil pessoas organizadas pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-teto) no acampamento João Cândido. | |
 | 1 | Companheiro Arcênio. Presente! | | TV COT | | | | O vídeo pincela a hist—ria do movimento dos trabalhadores de São Paulo da década de 60 aos anos 2000 através da biografia de Arcênio Rodrigues da Silva, um dos fundadores do Movimento Metalœrgico de SP (Momsp). | |
 | 1 | Em defesa da Previdência Pública | | TV COT | | | | Uma exposição sobre os principais pontos da Reforma da Previdênciano governo Lula e suas conseqŸências para os trabalhadores. | |
 | 1 | Frei Tito | | Grupo Risco | | | | O vídeo relata as duas semanas da ocupação Frei Tito em Campinas, desde a ocupação doterreno por 3000 pessoas até o despejo, entre março e julho de 2008. | |
 | 1 | Com quantos quilos de medo se faz uma tradição? | | Grupo Risco | | | | Video sobre a reintegração de posse ocorrida em agosto de 2005 na ocupação Plínio Ramos localizada no centro de São Paulo.Capturado com cameras fotograficas digitais. | |
 | 1 | Prestes | | Grupo Risco | | | | Document‡rio com entrevistas a moradores da maior ocupação vertical daAmérica Latina feita meses antes de sua reintegração de posse. A ocupação, organizadapelo Movimento dos Sem Teto do Centro (MSTC), localiza-se na região da Luz, centro dacidade de São Paulo. | |
 | 2 | É possível – 25 anos do MST | | Bruno Matheus | | | | Desafiar abertamente os poderosos que geram pobreza, desigualdade e concentração de riquezas foi uma luta constante, desde 1984, período em que o MST se transformou em um dos mais importantes e reconhecidos movimentos sociais do mundo. Acompanhando o cotidiano em acampamentos e assentamentos, marchas e enfrentamentos, mais contribuições de cinegrafistas ativistas e trechos de filmes, a reportagem traz as principais questões que envolvem o desafio de se fazer a reforma agrária. | |
 | 2 | Zé Pureza | | Pablo Pamplona de Castro | | | | O documentário narra a saga de um grupo de famílias organizadas pelo MST acampadas no norte do estado do Rio de Janeiro. Durante quatro anos, uma equipe de filmagens registrou reuniões de mobilização, ocupações, despejos, manifestações públicas e dramas s | |
 | 2 | Tempo de Pedra | | Ângela Maria Pereira | | | | Tempo de pedra acontece na relação de um lugar com suas pessoas; a cidade e os corpos. O cenário é o centro histórico de Porto Alegre/RS. Ali, pousa diariamente a grande feira, auto-organizada e vivida principalmente por pessoas de classes populares; é o | |
 | 2 | Solidariedade campo-cidade | | Bernardo Vianna | | | | Nem a chuva, nem as seis horas de viagem e muito menos a intimidação da Polícia Militar do Estado de São Paulo (devidamente filmada) puderam separar homens e mulheres do sentimento de classe que os uniam. O encontro do MTD do Rio de Janeiro com o MST de S | |
 | 2 | Sementes da luta | | Centro de Comunicação e Cultura Popular Olho da Rua | | | | Um grupo de jovens escolheu como tema para este vídeo que produziram –Sementes da luta- o preconceito que sofrem em função de serem assentados em um programa de reforma agrária. Eles foram para as ruas, entrevistaram pessoas, se entrevistaram, gravaram ce | |
 | 2 | Primeiro de maio no RJ | | Edson Calheiros Gomes | | | | O Primeiro de Maio de 2009 teve todo um caráter especial. Não só pelo fato de ter sido realizado em uma das zonas mais desprovidas de infra-estrutura e serviços do Rio de Janeiro, a zona oeste, mas também por ter quebrado a lógica tradicional de realizar | |
 | 2 | Porque lutamos! Resistência à ditadura militar | | Fabio Bittencourt Meira | | | | O documentário conta a história do estudante da USP Alexandre Vannucchi Leme que foi assassinado pelo governo Médici, em 1973. | |
 | 2 | Paris a neve e o sal | | Antonio Celso C L Souza | | | | 150 mil manifestantes em Paris pelo fim do massacre na Palestina. No dia 10/01/2009 | |
 | 2 | O Punk Morreu? | | Rodrigo Santos Sousa | | | | Curta-metragem que discute a questão da comercialização da estética e da música punk. Uma produção punk faça-você-mesm@ | |
 | 2 | O Processo | | | | | | Depoimentos e reflexões sobre as experiências dos participantes na oficina de vídeo popular do Movimento do Vídeo Popular Real Conquista. | |
 | 2 | Estudo de Cena: o Capital e a Religião. | | | | | | Adapatção da cena "O discurso de P.P. Bocarra segundo o qual o Capitalismo e a Religião são indispensáveis" da peça "Santa Joana dos Matadouros" de Bertolt Brecht. | |
 | 2 | Expedito em busca de outros nortes | | Geylson Antonio de Sousa Paiva | | | | O filme compõe um painel da colonização da Amazônia na década de 1970, quando o Governo Federal incentivou amplas frentes de ocupação na região. Expedito Ribeiro de Souza, mineiro trabalhador e poeta do cotidiano, parte então com sua família para a flores | |
 | 2 | Favela Sinistra | | Evandro César dos Santos | | | | Animação realizada em Oficina Terapeutica com os usuários do CRAISA, relata a historia de dois adolescentes que no caminho para a escola são abordados pela polícia. | |
 | 2 | Grito dos excluídos 2008 no RJ | | Ubiratan Libanio Dantas de Araujo | | | | O Grito dos Excluídos é um ato tradicional nas agendas de lutas dos movimentos sociais de todo o país. No Rio de Janeiro isto não poderia ser diferente. Em meio as comemorações e ao desfile bélico e militar das forças armadas no feriado de 7 de Setembro,DiretorBucaneiro Produções | |
 | 2 | Lágrimas de Ogum | | Hans Denis Schneider | | | | “Zé, volta para casa desacreditado após mais um dia a procura de emprego. Esse é seu último dia de conformismo...” | |
 | 2 | Manifesto contra as monoculturas e o deserto verde | | Fábio Gama Soares Evangelista | | | | Determinados a questionar o agronegócio, modelo predatório de agricultura, dependente de tecnologias e capitais externos e controlado pelas multinacionais, os movimentos sociais do campo e da cidade organizaram um ato contra a política do BNDES, que alémDiretorBucaneiro Produções | |
 | 2 | Maria do Paraguaçu | | silvia cipriano | | | | Maria do Paraguaçu revela a jornada de Maria em busca da liberdade. | |
 | 2 | Maria sem graça | | Maíra Barra Rodrigues Cezar | | | | Maria das Graças, menina negra de 12 anos, moradora da periferia de São Paulo, tem um sonho. E para realizá-lo não medirá esforços, transformando a vida de sua mãe num verdadeiro inferno. | |
 | 2 | Mulheres e o Mundo do Trabalho | | pere herms | | | | O filme aborda a desigualdade entre mulheres e homens no universo do trabalho, especialmente na divisão do trabalho doméstico, responsável por alimentar uma cultura patriarcal de opressão. Faz também uma crítica ao sistema capitalista, apresentando como a | |
 | 2 | Narrativas da Sé | | Rafael Cavalcanti Barreto | | | | Exercício videográfico em oito cenas realizado a partir da observação de situações vividas pelos moradores da praça da Sé no centro de São Paulo. | |
 | 2 | Nas Terras do Bem-Virá | | isabelatabordademessias | | | | Em busca da terra prometida, milhares de "severinos" deixam suas casas e seguem rumo à Amazônia. A única coisa que carregam: a esperança. | |
 | 2 | Nova Orleans, mardi gras e o furacão Katrina | | leticia rita souza reis | | | | Descaso do governo dos EUA pós furacão Katrina no 9th Ward em Nova Orleans.DiretorDaniel Felipe Quaresma dos Santos | |
 | 2 | O Caminho da Música | | Mauricio Machado | | | | Voluntários ensinam música a crianças e jovens na periferia de Itapecerica da Serra, usando instrumentos de orquestra, enquanto lutam pra não serem despejados. | |
 | 2 | Cinema de Quebrada | | casa de apoio a iniciativas libertária | | | | Em Cinema de Quebrada, jovens moradores da periferia de São Paulo apresentam o cinema como meio de expressão e de reflexão. Nas quebradas, fazem e exibem vídeos, questionando as representações midiáticas da periferia e construindo novas imagens a partir d | |
 | 2 | Cerrado de Milhares Maravilhas | | Raul Felipe Schmidt Machado | | | | O video mostra a luta dos povos do Cerrado em prol de suas riquezas naturais e culturais e por políticas que promovam sua sustentabilidade. | |
 | 2 | Cacunda di Librina | | Rafael Alves de Souza | | | | O documentário mostra a luta do povo Geraizeiro do Norte de Minas por seus territórios e contra os impactos socioambientais das monoculturas de eucalipto. | |
 | 2 | Brad, uma noite a mais nas barricadas | | simone marques de moura | | | | História do assassinato do norte-americano Brad Will, videoativista do Indymedia, de câmera na mão, na rebelião de Oaxaca, no México, em outubro de 2006. | |
 | 2 | As Ruas da Cómedia | | Camila Casteleti | | | | Documentário sobre a questão do emprego no Brasil atual, narra tentativas de organização de trabalhadores em Campinas e São Paulo. Imagens realizads para o processo da peça "A Comédia do Trabalho" da Companhia do Latão. | |
 | 2 | A Luta Continua | | Gustavo Pinheiro Martinez Torres | | | | Olhar das famílias sobre a injustiça do Estado depois de três anos da violenta desocupação do Parque Oeste Industrial/Sonho Real em Goiânia. | |
 | 2 | A Ilusão viaja de Baú e a liberdade de bike | | pedro pontes de paula Júnior | | | | Depoimentos e críticas dos usuários da periferia sobre a precariedade do transporte público na cidade de Goiânia. Vencedor da mostra competitiva no 4o. Festcine Goiânia (2008) | |
 | 2 | A Casa dos Mortos | | Pedro Camilo de Fernandes | | | | são 3 homens, considerados perigosos para a vida social, cujo castigo será a tragédia do suicídio, o ciclo interminável de internações, ou a prisão perpétua. | |
 | 2 | 51° CONUNE 2009 | | Kael Gonçalo | | | | Documentario sobre o 51° Congresso Nacional dos Estudates (UNE) em Brasilia.DiretorCarlos Rafael Gonçales | |